Irã e Hezbollah lançaram ataques coordenados com mísseis e drones contra alvos em Israel, atingindo áreas centrais e norte do país; uma residência foi danificada em Rehovot, com uma pessoa ferida.
As Forças Armadas do Irã e o grupo Hezbollah, do Líbano, executaram uma série de disparos contra território israelense na noite de 19 para 20 de março de 2026. Os ataques incluíram mísseis balísticos lançados pelo Irã e projéteis enviados a partir de posições no Líbano, marcando mais um episódio na escalada do conflito regional envolvendo Teerã, seus aliados e Israel.
Segundo relatos, os sistemas de defesa israelenses, como o Domo de Ferro, interceptaram a maior parte dos projéteis. No entanto, estilhaços de um míssil atingiram uma área residencial em Rehovot, no centro de Israel, provocando incêndio em uma casa e ferindo levemente uma pessoa. Outros impactos foram registrados em localidades do norte, incluindo proximidades de bases militares e infraestruturas civis, como o aeroporto Ben Gurion e emissoras de televisão em Tel Aviv.
O porta-voz do Exército iraniano justificou a ação como resposta a perdas recentes de figuras importantes do regime, incluindo mortes atribuídas a operações israelenses e americanas nos últimos dias. Os alvos declarados incluíram instalações ligadas à aviação estratégica, segurança interna e mídia israelense, consideradas pelo Irã como parte de uma campanha hostil. O Hezbollah, por sua vez, contribuiu com dezenas de foguetes e drones, alguns lançados de túneis subterrâneos, ampliando a pressão sobre o norte israelense.
Israel ativou imediatamente sirenes de alerta em várias regiões, orientando a população a buscar abrigos. As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram a interceptação de ameaças e iniciaram retaliação com bombardeios contra posições iranianas. Equipes especializadas em remoção de explosivos atuaram em áreas afetadas para garantir a segurança de moradores.
O conflito se intensifica desde o final de fevereiro de 2026, após ataques conjuntos de Israel e Estados Unidos contra liderança e instalações iranianas, que resultaram em eliminações de altos comandantes e figuras políticas. Isso levou a uma cadeia de retaliações, com o Hezbollah – aliado próximo do Irã – aumentando sua participação ativa. O norte de Israel tem registrado alertas frequentes, afetando comunidades próximas à fronteira com o Líbano, enquanto o sul do Líbano sofre bombardeios intensos em resposta.
Embora Santa Catarina esteja distante do epicentro, o prolongamento da crise no Oriente Médio pode influenciar indiretamente a economia catarinense, especialmente por meio de oscilações nos preços internacionais de combustíveis e impactos no comércio global. Exportadores de produtos agrícolas e industriais de SC monitoram os desdobramentos, já que aumentos no custo de energia e fretes marítimos afetam a competitividade.
As autoridades israelenses mantêm estado de alerta máximo e prometem resposta proporcional. O Irã indicou que novas ações podem ocorrer caso haja continuidade de agressões. A comunidade internacional acompanha com preocupação o risco de expansão do confronto para outros atores regionais.
Próximos dias devem trazer mais trocas de fogo, com possibilidade de envolvimento maior de proxies iranianos. Especialistas alertam para o potencial de interrupções em rotas comerciais chave, o que demandaria atenção de governos e empresas.
**Fonte(s):**
– G1 Globo (https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/20/ira-e-hezbollah-fazem-serie-de-ataques-contra-israel-e-teera-alerta-que-areas-civis-podem-ser-alvo.ghtml)
– Reuters (reportagens sobre escalada Irã-Israel em março 2026)
– Forças de Defesa de Israel (IDF) – comunicados oficiais
ROBSON WESZAK – TA NA MIRA









