O rebaixamento do Figueirense Futebol Clube no Campeonato Catarinense de 2026 entrou para a história do clube por um motivo negativo: os números da campanha foram ainda piores que os registrados na primeira queda da equipe, em 1986.
Nesta temporada, o time terminou o estadual com 36,1% de aproveitamento, resultado inferior ao desempenho obtido há quatro décadas, quando a equipe teve 38,1% na campanha que também terminou com o descenso.
Desempenho abaixo das expectativas
No Catarinense de 2026, o Figueirense disputou 12 partidas, conquistando quatro vitórias, um empate e sete derrotas. Ao longo da competição, o time marcou 12 gols e sofreu 15, encerrando o torneio com campanha considerada fraca para um dos clubes mais tradicionais do estado.
Mesmo iniciando o quadrangular do rebaixamento com vantagem de pontuação, a equipe não conseguiu reagir e acabou confirmando a queda para a segunda divisão estadual.
Comparação com o rebaixamento de 1986
A primeira vez que o Figueirense foi rebaixado no estadual ocorreu em 1986. Naquela temporada, o campeonato teve um formato diferente e muito mais jogos.
Na época, o clube disputou 28 partidas, com sete vitórias, 11 empates e dez derrotas, somando 32 pontos de 84 possíveis e terminando com 38,1% de aproveitamento.
Apesar do desempenho ruim naquele ano, os números da campanha atual acabaram sendo ainda piores em termos de rendimento percentual.
Momento difícil na história do clube
O rebaixamento marca um dos períodos mais complicados da história recente do Figueirense. Tradicional no futebol catarinense e dono de diversos títulos estaduais, o clube agora terá que disputar a segunda divisão do Campeonato Catarinense e buscar a reconstrução para retornar à elite.
A queda também aumenta a pressão da torcida e da diretoria para mudanças no planejamento esportivo, após uma temporada marcada por resultados abaixo do esperado.









