O salário mínimo nacional de 2026 foi reajustado para R$ 1.621, valor que passou a valer a partir de 1º de janeiro em todo o Brasil. O novo piso representa um aumento de R$ 103 em relação ao salário mínimo de 2025, que era de R$ 1.518.
O reajuste corresponde a uma alta de 6,79%, calculada com base na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e em um ganho real ligado ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), limitado pelas regras do arcabouço fiscal.
Com o novo valor, o salário mínimo mensal passou a ser de R$ 1.621, enquanto o valor diário ficou em aproximadamente R$ 54,04 e o valor por hora trabalhada em torno de R$ 7,37, considerando uma jornada padrão de 220 horas mensais.
O piso nacional serve como referência para diversos pagamentos no país. Benefícios como aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego, abono salarial e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) são diretamente impactados pela atualização do salário mínimo.
Segundo estimativas de órgãos econômicos, o reajuste do salário mínimo afeta diretamente cerca de 60 milhões de brasileiros, incluindo trabalhadores com carteira assinada, aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais.
Além de aumentar a renda de milhões de pessoas, a atualização do salário mínimo também movimenta a economia, já que ele influencia o consumo das famílias e o cálculo de diversos benefícios trabalhistas e previdenciários em todo o país.









